Folclore de Triunfo Resgatando a Nossa Cultura
Programação- Local Pólo Bosque Horácio Timóteo
08 h - Cultura na feira
Cutilada de Triunfo
19 h - Abertura do pólo do folclore
Cidinha Guedes & Zé Marques
21 h - Forro Pé de Serra
Banda Chililique
Domingo 22 /08/2010
08 h - Abertura das barracas de artesanato e
Comidas típicas
09 h - Gincana com as escolas:
Higino Bezerra, José Alves e Belizário
Também apresentações de dança das escolas municipais convidadas.
11:30 h – Entrega de Prêmios da gincana.
12:00 h – Unidos do Forró (Lar St, Elizabete)
12:30 h – A Minineira (Lar St, Elizabete)
13:20 h – Ciranda do PETI
13:40 h – Capoeira (Ponto de Cultura Casa do Careta)
14:00 h – Ciranda da 3ª Idade (Ação Social)
14:30 h – Carimbo (Lar 101)
15:00 h – Quadrilha da 3ª Idade (Ação Social)
15:30 h – Caretas de Triunfo (Ponto de Cultura Casa do Careta)
16:00 h – Só Triscando (Fundação Cultural Ambrosino Martins)
Festa Beneficente
Não deixem de conferir pois além de ajudar a festa vai ser boa!
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Fonte: Blogcitario
Últimas pesquisas eleitorais
A candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República, segundo pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada nesta segunda (16). A petista aparece com 43% das intenções de voto contra 32% do adversário José Serra (PSDB). De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 8%. No levantamento anterior do Ibope, divulgado no último dia 6, Dilma tinha 39%, Serra, 32%, e Marina, 8%. Considerando apenas os votos válidos, Dilma tem 51%, contra 38% de Serra. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 41% e 45% e Serra, entre 30% e 34%.
Os demais candidatos, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 9%.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 48% e Serra, 37%. Nesse cenário, votariam nulo ou em branco 8% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 7%. Na pesquisa divulgada uma semana antes, a petista tinha 44% e Serra, 39% em um hipotético segundo turno entre os dois.
EDUARDO 60 x 17, DIZ PESQUISA DATA ASSOCIADOS/DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Se a eleição fosse hoje, o governador Eduardo Campos (PSB) seria reeleito no primeiro turno em Pernambuco. É o que indica a pesquisa do Instituto DIARIO DATA Associados, publicada pelo Diario na edição deste domingo. No cenário estimulado, com os nomes apresentados aos eleitores, Eduardo aparece com 60% das intenções de voto. O senador Jarbas Vasconcelos tem 17%. Os dados chegam a er mais expressivos do que os da recente pesquisa Datafolha, onde Eduardo aparece com 62% contra 21% do peemedebista.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número de23.078/2010. O registro foi feito pela Giga Instituto de Pesquisa, que presta assessoria técnica ao Instituto DIARIO DATA Associados. O trabalho de campo aconteceu entre os dias 8 e 11 de agosto.
Os dados completos do levantamento, com as intenções de voto para governador e para presidente em Pernambuco e os números da avaliação da gestão de Eduardo Campos, estão na edição do Diário.
DATAFOLHA: Humberto Costa na frente
A Globo Nordestea acaba de divulgar o resultado da segunda pesquisa Datafolha com a intenção de votos para senador de Pernambuco. O candidato Humberto Costa (PT) tem 40% das intenções de voto. Marco Maciel (DEM) aparece com 35%. Armando Monteiro (PTB) tem 25%, enquanto Raul Jungmann (PPS) somou 9%.
Hélio Cabral (PSTU), Jerônimo Ribeiro (PSOL), Renê Patriota (PV) e Simone Fontana (PSTU) aparecem com 2%, cada. Délio Mendes (PCB) e Laírson Lucena (PRTB) somaram 1% das intenções de voto, de acordo com o PE360graus..
Os eleitores que marcaram brancos e nulos somaram 26%, enquanto 54% responderam que não sabem em que vão votar. A pesquisa, que foi encomendada pelo Rede Globo e jornal Folha de São Paulo, ouviu 1.094 eleitores entre os dias 9 e 12 de agosto.
A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 37813/2010.
Sonora Brasil em Triunfo
O projeto Sonora Brasil, formação de Ouvintes Musicais, traz a Pernambuco em sua 13ª edição, uma homenagem à música brasileira no século XX com a Obra de Cláudio Santoro e Guerra Peixe. As apresentações acontecem de 28 de julho a 23 de outubro com entrada gratuita. O evento é uma realização do Departamento Nacional do Sesc em parceria com os Departamentos Regionais.
O Sonora Brasil é um projeto temático com o objetivo de desenvolver programações identificadas com o desenvolvimento histórico da música no Brasil. Busca despertar no público um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical.
Cumprindo sua missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra de fundamentação artística não-comercial, o Sonora consolida-se como o maior projeto de circulação musical do Brasil. Em 2010 são 340 concertos, a maioria em cidades distantes dos grandes centros urbanos. A ação possibilita às populações o contato com a qualidade e a diversidade da música brasileira, e contribui de forma significativa para o conjunto de ações desenvolvidas pelo SESC com vistas à formação de platéia.
Passou por Triunfo no último dia 08 o Quinteto Latino-Americano de Sopros da Paraíba. O próximo grupo a se apresentar será o Quarteto de Brasília no dia 31.
Quarteto de Brasília - DF
Criado em 1986, o grupo é considerado um dos mais importantes do Brasil nesta formação e tem como característica a ênfase no repertório de compositores brasileiros. Em sua trajetória de quase 25 anos já se apresentou em vários estados do Brasil e em países das Américas, Europa e Ásia. Seus quatro integrantes participam ativamente do movimento musical de Brasília, tanto como músicos quanto como professores dos principais centros de formação musical, e todos, em maior ou menor grau, conviveram profissionalmente com Santoro e Guerra-Peixe, o que os tornam parte desta história.
Serviço
Quarteto de Brasília - DF
Dia: 31/08
Horário: 20h
Local: Theatro Cinema Guarany
Fonte: Sesc Pernambuco
http://www.sesc-pe.com.br/sonora/2010/
História do Colégio Stella Maris - Parte 2
Em 1944, o prédio da caridade, que estava abrigando as Irmãs, com o Internato e a Escola não era suficiente para um trabalho profícuo. O antigo “Seminário”, situado no Sítio Horta, que tinha sido prometido às Irmãs diversas vezes pelo bispo de Pesqueira, D. Alberto Sobral, ainda continuava no impasse. O povo triunfense estava de acordo que o “Seminário” fosse entregue para o “Stella Maris” e por isso, enviou ao bispo um abaixo-assinado. O prédio ali existente, muito estragado, havia sido construído pelo Bispo de Floresta, entre 1913 e 1916 para servir de Ginásio Diocesano, que funcionou até 1919. Como o Ginásio não teve mais condições de continuar, o prédio passou para os Irmãos Maristas que , em 25 de janeiro de 1920, fundaram o Colégio do Sagrado Coração, Localizado no Sítio Horta, propriedade comprada ao coronel Monteiro, pai de Deodato Monteiro, cujo terreno era conhecido como Sítio dos Monteiros. Os alunos recebiam uma excelente educação dos Irmãos Maristas. Mas a partir de 1924, houve uma diminuição do números de alunos e, no final de 1926 , foram encerradas as atividades dos Maristas em Triunfo, porque o Município foi assolado pela peste bubônica, o que dificultou a freqüência às aulas. O prédio do Sagrado Coração ficou desativado. Porém, numa parte ainda conservada, o professor Pompílio Vanderlei havia instalado uma escola particular. No entanto, para o funcionamento do Stella Maris no Seminário, faltava o documento oficial de doação, que saiu depois de muitas dificuldades, somente em 18 de fevereiro de 1944.Iniciaram-se logo os trabalhos difíceis de reconstrução. É impossível imaginar quantas dificuldades foram enfrentadas, quanta falta de dinheiro e de material tinha que ser superada, até que, em 1946, o novo Colégio Stella Maris, pudesse ser inaugurado. No inicio de 1946, já havia 50 internas, que não cabiam na casa da caridade. Então, antes de os trabalhos serem concluídos, foi feita a mudança das Irmãs, das Internas e das Candidatas (jovens que se preparavam para ingressar na Vida Religiosa), para o novo Colégio, o “Colégio do Mato”, como foi inicialmente chamado. Porém, as aulas continuavam ainda na Caridade. Por esta razão, se fez necessário um vai-e-vem de professoras e alunas, para as aulas e refeições, mesmo em dias de sol causticante ou chuvas pesadas. As caminhadas de um colégio para outro para o outro tomaram muito tempo e força. Por isso, urgia que a mudança se tornasse definitiva. As próprias Irmãs ajudavam a colocar as vidraças nas janelas.
No dia 27 de junho de 1946, houve finalmente a mudança das aulas, da Casa da Caridade, para o Antigo Seminário, que ainda continuava em construção. Finalmente surgiu o novo Stella Maris. Para o povo triunfense, parecia uma estória de fada que, do antigo Seminário em ruínas, estava surgindo, em tão pouco tempo, uma construção tão magnífica. À custa de muito sacrifício das Irmãs, e grande colaboração do povo, tudo era engenhosamente construído e aproveitado. Madre Udeline Kretzler assumiu a direção da construção, qual engenheira habilidosa e admirada por todos. A grande confiança em Deus fez com que ela vencesse todas as dificuldades. Ela sabia que: “Se não é o Senhor que constrói a casa, pouco adianta o trabalho dos pedreiros” SL. 126. Em 1955, o Colégio passou a ser chamado de “Escola Normal Regional Stella Maris”. Em 1951, iniciou-se o Curso Normal Regional. Em 1957, devido às exigências da época, foi necessário transformar o Curso Normal Regional em curso Ginasial e Pedagógico. Ao longo dos anos, o Stella Maris ofereceu ensino de boa qualidade, não só à juventude triunfense , mas também a muitas jovens de cidade vizinhas, em regime de internato, embora enfrentando sempre muitas dificuldades financeiras. A Escola Stella Maris, que a vida inteira enfrentou mais do que as outras, grandes dificuldades financeiras, terminou fechando as suas portas em 31 de dezembro de 2003, quando completava 65 anos de serviço prestado àquela população. Foram momentos de muito sofrimento, tanto para o povo triunfense como para as Irmãs. O prédio foi devolvido para Diocese de Afogados da Ingazeira, conforme determinava a Escritura. O Bispo Dom Luiz Pepeu não se opôs à permanência das Irmãs no prédio. Então, algumas continuaram morando numa parte da clausura do Stella Maris até janeiro de 2008. O Prédio está sendo bem aproveitado. Funciona como Centro Diocesano, para os encontros da Diocese e, a partir de janeiro de 2006, parte do mesmo foi alugado à prefeitura Municipal para o funcionamento da Escola Municipal, que recebeu o nome de Centro Educativo Stella Maris, entendendo atualmente a cerca de 600 alunos, durante o dia. Outra parte funciona também como Seminário Diocesano.
Texto retirado do livro 70 anos da irradiação da Estrela no Brasil, de autoria das irmãs Francisacana de Maristellas: Ir. Benigna Batista, Ir. Apolônia de Morais Pereira, Ir. Clarice Alves de Oliveira, Hildegard Wener.
História do Colégio Stella Maris - Parte 1
Triunfo, cidade situada no alto sertão pernambucano. Diante da altitude de 1.060 m, goza de um clima muito ameno e agradável, tornando-se assim um ponto turístico. Em 1916, o bispo Diocesano de Floresta fundou o “Gymnasio Diocesano em Triunpho”, localizado no Sítio Horta, para atender às reivindicações do povo. Mas as dificuldades eram enormes. Sem condições para manter a Escola, solicitou-se ajuda dos Maristas, em 1920. Os Irmãos se esforçaram bastante e o sucesso parecia garantido. Mas, eles terminaram saindo de Triunfo.Desde então, a cidade tentou fazer o melhor que pôde, no campo da educação, sonhando sempre em ter, um dia, um outro colégio religioso. Diante das dificuldades e incertezas apresentadas antes da chegada das Irmãs em Triunfo, partiram primeiramente para lá, as Irmãs M. Jerônima e M. Udeline, juntamente com Irmã Theresita OSB. “Assim partimos, em 05 de janeiro, como os Reis Magos, para procurar a Estrela. O rei Gaspar é a Ir. Theresita Keiler, nossa intérprete”. (Madre Jerônima ). Lá elas providenciaram, com população , o mínimo necessário para acolher as Irmãs e os primeiros alunos, pois não havia nada determinado. Não existia sequer uma casa para as Irmãs. A família do Sr.Castilho Campos, com um bonito gesto de generosidade, mudou-se para o sítio e cedeu provisoriamente a sua casa às Irmãs, pois a “casa da caridade”, planejada para acolhê-las, precisava de sérios reparos.
Vencido este obstáculo, restava procurar instalações para o funcionamento do ano escolar . Assim foram improvisadas salas de aulas, em diversos lugares: A Escola Municipal cedeu dois salões, a Paróquia liberou a Capela do Rosário com a respectiva sacristia e a família do Sr.João Capitel ofereceu a sala de visita de sua residência. Para móveis escolares, foram usados caixões e pequenos tamboretes. “Finalmente, no dia 26 de Janeiro de 1939, chegaram as sete Irmãs restantes. Este foi o verdadeiro dia do nascimento do nosso convento”. Nós já estamos aqui há uma semana. Foi “uma luta interna e externa para chegarmos a esta meta, mas nós fomos consagradas para uma luta sacrossanta”, assim escreveu M. Jerônima.
O começo foi muito difícil. Tudo era muito precário e pobre. Mas mesmo assim as Irmãs se sentiram “ricas” e felizes, contentes filhas de S. Francisco, ricas em amor e entusiasmo. As matriculas foram abertas para o jardim da Infância, preliminar, as quatro séries do Primário e o curso de Admissão. As aulas começaram no dia 1° de fevereiro, com 70 crianças matriculadas. “Todo começo é difícil: difícil era acostumar-se com as instalações, pois em tempo de chuva, precisávamos abrir guarda-chuvas dentro de casa, para salvar livros e cadernos; difícil era também o fato de ensinarmos em casas separadas ; dificílimo era viver em extrema pobreza, dependendo inteiramente da benevolência da população.
Durante três meses, a cidade cuidou do nosso sustento. O bom Deus quis nos mostrar que não precisamos nos preocupar...Ele cuida de suas filhas. Após este tempo, devíamos cuidar de nos mesmas. Era duro, mas a nossa alegria franciscana venceu. Assim passou o primeiro ano,cheio de dificuldade, de exigências e as vezes, de sustos, como por exemplo, quando M. Waldburga foi mordida por uma caranguejeira e sofreu muitas dores. Mas permanecemos firmes em nossa confiança na divina providência”. (Madre Jerônima). Mesmo sabendo muito pouco a língua, as aulas eram ministradas com imenso prazer. “As queridas Irmãs são muito trabalhadoras e missionárias muito corajosas. Pode-se aprender muito com a sua maneira alegre e cheia de humor e com sua dedicação. É uma verdadeira alegria franciscana ” . M. Theresita Keiler OSB.
No ano escolar de 1940, mudavam-se as Irmãs e o “Colégio Stella Maris” para o prédio da “Caridade”, que pertencia à Diocese. Neste ano começou a funcionar o Curso Normal Rural, cuja finalidade era formar boas professoras primária, com acentuada formação moral e religiosa. Este Curso, depois da devida fiscalização, foi equiparado. Uma inspeção realizada durante o ano deu parecer favorável ao trabalho das irmãs. A Diretoria da Educação resumiu assim o seu parecer: “ Visitei demoradamente o colégio Stella Maris e felicito Triunfo por possuir um estabelecimento de ensino que honra o nosso Estado. As religiosas do Colégio Stella Maris estão de parabéns”. Em 1940, foram matriculados 115 alunos. Iniciou-se também o internato, com sete alunas.
Continua...
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Att.
Equipe JET
Erros do Minha Casa, Minha vida para Dilma são insignificantes
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, minimizou o fato de apenas 1,2% das unidades contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida para quem ganha até três salários mínimos - faixa que concentra 90% do deficit habitacional do país- terem sido concluídas até agora, segundo o jornal Folha de S.Paulo deste sábado. Para Dilma, o foco não deveria ser na conclusão dos imóveis, mas nos índices de contratação. "Estamos dando um show porque tem mais de 500 mil [unidades] contratadas, quando se dizia que não conseguiríamos 200 mil", afirmou a petista.
A avaliação de Dilma, porém, contrasta com a de especialistas. Paulo Simão, presidente da CBIC [Câmara Brasileira da Indústria da Construção], parceira da Caixa na execução do programa, disse que os índices de contratação em alguns Estados são "um desastre". Ontem a Folha mostrou que Caixa Econômica Federal omitiu dados referentes à conclusão dos imóveis, segundo a faixa de renda a que se destinam. Os números obtidos pelo jornal constavam de balanço referente ao dia 30 de junho, divulgado apenas a parceiros do programa
Blog do Magno Martins
